Folclore Brasileiro
No dia 22 de agosto foi comemorado o Dia do Folclore. Folclore é o conjunto de manifestações de caráter popular de um povo, ou seja é o conjunto de elementos artísticos feitos do povo para o povo, sempre ressaltando o caráter tradicional destas representações, sempre transmitidas de uma geração para outra através da prática. Aliás, a palavra “folclore” quer dizer exatamente isso! Na língua inglesa, “folk” quer dizer povo, enquanto “lore” significa “sabedoria. Logo, folclore (ou “folk” + “lore”) significa algo como “sabedoria do povo”.
Não podíamos deixar de incluir aqui um link para as lendas e mitos do folclore brasileiro. Leia sobre o Boitatá, o Saci, a Mula-sem-cabeça, etc. Ou procure pelas lendas brasileiras em um site onde você as verá dividas para cada região brasileira onde elas se originam.
quinta-feira, 27 de março de 2008
domingo, 16 de março de 2008

O Brasil (oficialmente República Federativa do Brasil) é uma república federativa formada pela união de 26 estados federados e pelo Distrito Federal. O país conta 5.564 municípios, 183.987.291 habitantes, bem como uma área de 8.514.876,599 km², o qual equivale a 47% do território sul-americano. Em comparação com os demais países do globo, dispõe do quinto maior contingente populacional e da quinta maior área. Oitava maior economia do planeta e maior economia latino-americana, o Brasil tem hoje forte influência internacional, seja em âmbito regional ou global. O País possui entre 15 a 20% da biodiversidade mundial, sendo exemplo desta riqueza a Floresta Amazônica, com 3,6 milhões de quilômetros quadrados. Faz fronteira a norte com a Venezuela, com a Guiana, com o Suriname e com o departamento ultramarino da Guiana Francesa; ao sul com o Uruguai; a sudoeste com a Argentina e com o Paraguai; a oeste com a Bolívia e com o Peru e, por fim a noroeste com a Colômbia. Os únicos países sul-americanos que não têm uma fronteira comum com o Brasil são o Chile e o Equador. O país é banhado pelo Oceano Atlântico ao longo de toda sua costa norte, nordeste, sudeste e sul. Além do território continental, o Brasil também possui alguns grandes grupos de ilhas no Oceano Atlântico como exemplo: Penedos de São Pedro e São Paulo, Fernando de Noronha (território especial do estado de Pernambuco) e Trindade e Martim Vaz no Espírito Santo. Há também um complexo de pequenas ilhas e corais chamado Atol das Rocas. Apesar de ser o quinto país mais populoso do mundo, o Brasil apresenta uma das mais baixas densidades populacionais. A maior parte da população se concentra ao longo do litoral, enquanto o interior do país ainda hoje é marcado por enormes vazios demográficos. Colonizado por Portugal, o Brasil é o único país de língua portuguesa do continente americano. A religião com mais seguidores é o catolicismo, sendo o país com maior número de católicos do mundo, havendo ainda grande parte da população de confissão evangélica. A sociedade brasileira é uma das mais multirraciais do mundo, sendo formada por descendentes de europeus, indígenas, africanos e asiáticos. As Regiões do Brasil são uma divisão que tem caráter legal e que foi proposta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 1969. O IBGE levou em consideração apenas aspectos naturais na divisão do país, como clima, relevo, vegetação e hidrografia; por essa razão, as regiões também são conhecidas como "regiões naturais do Brasil". Há uma pequena exceção com relação à região Sudeste, que foi criada levando-se parcialmente em conta aspectos humanos (desenvolvimento industrial e urbano). Cada um destes grupos é uma região, e as regiões brasileiras são: 1 • Centro-Oeste, 2 • Nordeste, 3 • Norte, 4 • Sudeste, 5 • Sul Região Centro-Oeste, que compõe-se dos estados: Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e do Distrito Federal. Possui um território de 1 604 852 km2 (18,9% do território nacional). Sua população é de cerca de 12 milhões de habitantes. Região Nordeste, que compõe-se dos estados: Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Possui um território de 1 556 001 km2 (18,2% do território nacional), dentro dos quais está localizado o Polígono das secas. Sua população é pouco superior a 50 milhões de habitantes. Região Norte, que compõe-se dos estados: Acre, Amazonas, Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Tocantins. Possui um território de 3 851 560 km2 (45,2% do território nacional), e uma população pouco superior a 14 milhões de habitantes – o que faz dela a região com menor densidade demográfica. Região Sudeste, que compõe-se dos estados: Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo. Possui um território de 927 286 km2 (10,6% do território nacional). Sua população é de cerca de 77 milhões de habitantes. Região Sul, que compõe-se dos estados: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Possui um território de 575 316 km2 (6,8% do território nacional) e sua população é de mais de 26 milhões de habitantes. Os limites das regiões sempre coincidem com limites de estados, não havendo estados que se espalhem por duas regiões. A área correspondente ao esteado de Tocantins (integrante da região Norte), por ter sido originária do desmembrado de Goiás (Centro-Oeste), foi a última alteração na delimitação das regiões brasileiras. Atualmente, muitos geográfos e cientistas sociais preferem a divisão geoeconômica proposta por Pedro Pinchas Geiger em 1967, que leva em conta os aspectos naturais e humanos. Essa divisão consiste de três regiões e suas fronteiras não coincidem com as fronteiras estaduais, a saber: Amazônia, Centro-Sul e Nordste.
sábado, 15 de março de 2008
pontosturísticos
Rio de Janeiro
Corcovado
Localizada no topo de uma montanha, a 710 metros de altura, a estátua do Cristo Redentor, no Corcovado, é, com certeza, um dos monumentos mais admirados e visitados da cidade. Um passeio que se inicia no bairro do Cosme Velho, a bordo de um simpático trenzinho que, até chegar ao Cristo, percorre cenários de rara beleza e forte encantamento visual. Já lá em cima, o que se vê é puro êxtase: Copacabana, Ipanema, Leblon, Jardim Botânico, o Jockey, a Lagoa, enfim, um Rio de Janeiro deslumbrante durante o dia, iluminado e mágico quando chega a noite.Sempre sob a proteção do Cristo que, do alto do Corcovado, abraça e abençoa todos aqueles que a cidade acolhe.
Pão de Açúcar
Com sua altura significativa e plástica incomum, o Pão de Açúcar divide com o Corcovado o título de ponto de atração turística de onde se tem as mais belas vistas do Rio.Conhecido cartão-postal da cidade, ele é alcançado via teleférico, primeiro até o Morro da Urca, onde os visitantes embarcam em um segundo bondinho, que os levará até o destino final.Do Pão de Açúcar podem ser apreciadas diversas praias do Rio e de Niterói, além de uma densa vegetação de Mata Atlântica e algumas edificações históricas como o Forte de Santa Cruz e a Ilha Fiscal.
Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Localizada bem no burburinho do centro financeiro da cidade, numa área rica em espaços culturais, a Igreja da Candelária impressiona por sua imponência.Construída no século XVIII, tem planta em cruz latina, revestimento interior em mármore, fachada em cantaria, portas trabalhadas em bronze e no interior toda a sua história está pintada em murais. É uma das mais belas igrejas de todo o Rio de Janeiro.
Copacabana Palace
Um dos primeiros hotéis da cidade a ser construído à beira-mar, o Copacabana Palace reflete fielmente a influência cultural européia de sua época, com um estilo requintado de hospedagem.Inaugurado em 1923, o hotel acabou se tornando um símbolo do Rio, sendo o preferido de artistas, políticos, executivos e personalidades internacionais. Tombado pelo Patrimônio Histórico, o Copacabana Palace possui em seu currículo fatos da maior relevância, como, por exemplo, ter servido de cenário para o filme “Flying Down To Rio”, onde pela primeira vez Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos.
Jardim Botânico
Cada um dos 141 hectares do Jardim Botânico do Rio abriga alguns dos principais exemplares da flora brasileira e mundial.As Palmeiras Imperiais, principais atrações do Jardim, foram semeadas pelo Príncipe-Regente D. João VI, em 1809.Árvores seculares misturam-se a orquídeas, vitórias-régias, bromélias, flamboyants e uma vasta folhagem tropical, que fazem do Jardim Botânico o lugar preferido dos estudiosos, dos amantes da natureza, dos namorados e de todos aqueles que procuram tranqüilidade e paz.
Arcos da lapa
Localizados no Largo da Lapa, bairro que já serviu de referência para o que de mais importante aconteceu na vida noturna do Rio.Os Arcos da Lapa entraram para a história como a obra mais monumental empreendida no Rio nos tempos coloniais.Construídos para funcionar como aquedutos, hoje os Arcos servem de viaduto para uma outra grande atração: os bondinhos que ligam a Estação da Carioca ao aprazível bairro de Santa Teresa.
Museu Histórico
Num belo conjunto arquitetônico, foi criado em 1922, no Governo de Epitácio Pessoa, esse museu que possui um acervo de valor inestimável.
O Museu Histórico Nacional ocupa uma área de 18.000m2, e está instalado em três prédios distintos, de diferentes épocas: a Casa do Trem, de 1762, o Arsenal Real, de 1822 e o Anexo para os quartéis, de 1835.O lugar, outrora à beira-mar, foi planejado como ponto estratégico de defesa para a cidade.
Maracanã
Inaugurado em junho de 1950, o maior estádio de futebol do mundo mantém, ao longo do tempo, todo o glamour que o transformou em cartão-postal e ponto obrigatório para quem visita a nossa cidade.Palco de momentos memoráveis, como o milésimo gol de Pelé, os mega-shows de Frank Sinatra e de Paul MacCartney - cuja presença de público, superior a 180 mil pessoas, está registrada no Guiness Book -, o recente e não menos prestigiado Encontro com as Famílias, realizado durante a última visita do Papa João Paulo II.O estádio impressiona pela imponência, estilo e beleza. Um verdadeiro monumento ao esporte, que pode ser visitado quase todos os dias e em diversos horários.
Recife(Pernambuco)
Praia de Boa Viagem
Famosa por seus arrecifes e suas piscinas naturais.
Veneza Brasileira
Entrecortada por pontes e rios, Recife é também conhecida como a Veneza Brasileira.
Recife Antigo
Um dos ponto mais atrativos da cidade. O requinte do passado, e opções de lazer diversas.
Olinda
Situada há cerca de 20 minutos de carro de Recife, Olinda, Patrimônio Histórico da Humanidade, é pura história e encantos!
Pará
Catedral de Belém
No largo da Sé, em frente a igreja de Santo Alexandre, está a catedral de Belém, a igreja de Nossa Senhora da Graça, majestoso templo cuja fachada é encimada pela graciosa imagem da santa que lhe empresta o nome. A atual construção situa-se no local da segunda igreja de Belém, já que a primeira funcionou no interior do Forte do Castelo nos primeiros tempos da cidade. Teve sua construção iniciada em 1748, e sua inauguração se deu em 1774. A obra foi inicialmente dirigida pelo mestre pedreiro Manoel João da Maia, sendo finalizada com a chegada do arquiteto italiano Antônio José Landi em 1753 e, após prestar serviços no interior da Amazônia, passou a dirigir a obra da Sé em 1757. A essa época o prédio já estava levantado até a altura do telhado, sendo provável a influência do mestre italiano no acabamento da fachada, que possui um traçado de linhas neoclássicas. Suas duas torres possuem sinos e relógio de pêndulo instalado em 1779.
Basílica de Nazaré
Construída em 1774, como capela, foi a partir de 1908 que começou a construção da Basílica, localizada na Praça Justo Chermont, sn, bairro de Nazaré. O seu interior, todo em mármore, segue o modelo da Basílica de São Paulo, em Roma. Integra o conjunto arquitetônico de Nazaré. Ponto final da Romaria do Círio que se realiza todos os anos, no segundo final de semana de outubro. Aberta os 7 dias da semana das 6:30 às 11:30 horas e das 15:00 às 21:00 horas.
Museu Paraense Emílio Goeldi
Reconhecido mundialmente como um dos mais importantes institutos de investigação cientifica da Amazônia. Dedicado ao estudo da flora, da fauna e do homem amazônico e do seu ambiente físico, possui um parque zoobotânico com mais de 1.500 espécie amazônicas, 1.500 amostras de plantas, 1.600 exemplares de frutos, 700 espécie de madeiras, um aquário com espécies raras dos rios amazônicos e ainda uma exposição permanente com objectos etnográficos de vários povos indígenas da Amazônia.
Estação da Docas
Espaço revitalizado do antigo galpão Mosqueiro- Soure e dos galpoes 1, 2, 3 e 4 da companhia das docas do Pará. Já se concentram hoje lojas, cervejaria, restaurantes, lanchonetes, espaços para shows, anfiteatro, teatro ( Maria Silvia Nunes) e o porto para passeios turisticos na baia do guajará.
Ver-o-peso
Sua origem data do século XVII e seu nome deriva da existência à época, de Posto Fiscal, a Casa do Haver-o-Peso, onde eram pagos os impostos a que estavam sujeitos o gêneros trazidos para a sede da Província. Símbolo cultural e turístico da cidade de Belém,é um conjunto de doca, feira e mercados, É lá que se encontra um "janelão" escancarado para a baía do Guajará, um espaço aberto onde se pode desfrutar da beleza e amenidades do lugar.
Parque da Residência
Antiga casa do Governador do Estado, hoje abriga um dos mais novo espaço de lazer da cidade, possui uma excelente infraestrutura para receber os visitantes, com praças, restaurante, teatro, anfiteatro, galeria de arte, um orquidário e o antigo vagão de trem do governador que foi transformada em uma sorveteria regional.
Forte do castelo
Berço da vida política, econômica e social de Belém. Local onde pela primeira vez, a 12 de janeiro de 1616 desembarcaram os portugueses sobre o comando de Francisco Caldeira Castelo Branco, com finalidade de conquistar terras amazônicas da avidez dos corsários europeus (ingleses, franceses, holandeses, irlandeses) que ameaçavam o domínio lusitano. Erguido na Baía do Guajará, também serviu de abrigo para os cabanos durante o Movimento Nativista Revolucionário da Cabanagem. Hoje funciona a sede do Círculo Militar de Belém, E possui um restaurante. Sua localização é super privilegiada proporciona uma vista panorâmica de toda a baia do Guajará, do porto e do mercado do Ver-o-Peso.
Polo Joalheiro
Espaço revitalizado do antigo presidio de São José, com destaque para o museu de pedras preciosas do Pará.
Alter do Chão
A vila de Alter-do-Chão fica a 30 km de Santarém. Representa o mais famoso balneário do município. É a mais procurada da região e parada obrigatória na rota de cruzeiros estrangeiros. Banhada pelo Tapajós, sua praia é temporária, dependendo da cheia do rio. Uma das curiosidades do lugar é o lago verde, cujas águas mudam de cor durante o dia, de azul para verde. Anualmente, em setembro, acontece a Festa do Çairé, uma manifestação folclórica e religiosa que dura 8 dias. São dezenas de apresentações de dança e música de nomes esquisitos: camelu, desfeiteira, lundu, valsa da ponta do lenço, marambiré, quadrilha, cruzador tupi, macucauá, cecuiara e muitas outras.Alter-do-Chão é uma aldeia de pescadores a 35 Km de Santarém, onde acontece a tradicional festa do Çairé. Areia fina e águas claras compõem uma paisagem belíssima. Quando as águas baixam surge uma faixa de terra no rio, formando uma barra, que os santarenos chamam de ilha. Nesta "ilha" montam-se vários bares para servir os turistas, que atravessam o rio por meio de pequenas canoas, conhecidas por catraias. O nascer e o pôr-do-sol são magníficos espetáculos da natureza em Alter-do-Chão.
Salinas
Em Salinópolis, o clima agradável, a beleza natural e um charme especial fazem de Salinas, como é conhecido, um dos mais concorridos balneários do Pará. É banhada pelo Oceano Atlântico, fazendo fronteira com os municípios de São João de Pirabas e Maracanã. Situa-se a 220 km de Belém.
Ilha do Marajó
Na foz do Rio Amazonas encontramos o maior arquipélago flúvio-marítimo do mundo. Com quase 50 mil quilômetros quadrados, o Marajó abriga 12 municípios e é maior que vários países europeus. É um dos mais importantes santuários ecológicos do planeta e um pólo turístico de alternativas inesgotáveis. A exuberância da paisagem é formada por florestas, campinas, gramados, praias de rio, lagos de todos os tamanhos, furos e igarapés. Pássaros raros como o guará, jacarés, peixes e muitos outros compõem a fauna marajoara, formando um espetáculo de sons e cores imperdíveis. A principal atividade econômica do Marajó é a criação de búfalos. Mas o artesanato também merece destaque. A preocupação com a preservação da cultura marajoara é flagrante na reprodução de peças de excepcional beleza. A culinária também é um ponto forte, especialmente por causa da variedade de peixes deliciosos. Quando se vem ao Pará é impossível resistir a um passeio pelo Arquipélago do Marajó. Na foz do Rio Amazonas encontramos o maior arquipélago flúvio-marítimo do mundo. Com quase 50 mil quilômetros quadrados, o Marajó abriga 12 municípios e é maior que vários países europeus.
São Paulo
Palácio dos bandeirantes
A sede do Governo Paulista, o Palácio dos Bandeirantes, foi construída para abrigar a Universidade "Fundação Conde Francisco Matarazzo". A construção do prédio começou em 1955, mas problemas financeiros impossibilitaram a continuação da obra. Diversas tentativas, embora sem sucesso, foram feitas para que fundações como "Getúlio Vargas" e "São Paulo" assumissem a sua direção. Em vista disso, foram iniciadas negociações com o Governo do Estado de São Paulo. Em 19 de abril de 1964, a sede do governo estadual passou do Palácio dos Campos Elíseos para o novo prédio no bairro do Morumbi. A denominação "Bandeirantes" é uma homenagem aos pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras. Poucas pessoas sabem, mas o Palácio dos Bandeirantes possui um rico acervo artístico. São aproximadamente 1.680 obras. Quadros de pintores neoclássicos, como Almeida Jr., Oscar Pereira da Silva, Pedro Américo, entre outros, podem ser apreciados nas paredes do Palácio. Outras curiosidades, como o Salão dos Pratos, Salão Barroco e a Galeria dos Governadores, podem ser visitadas pelo público com horário marcado.
Mercado Municipal
Abre às 2h30 para feirantes e às 5 horas para o público em geral. Funciona de segunda a sábado até as 16 horas. Fechado aos domingos. Tem estacionamento.
O Mercado Municipal Paulistano (antigo Mercado Central) foi inaugurado em 1933. Possui mais de 10 m de pé direito, colunas, abóbodas e vitrais importados da Alemanha com temas agrícolas e agropecuários. É um importante centro de abastecimento e lazer, com grande variedade de produtos, desde hortifrutigranjeiros até algumas especiarias, que só podem mesmo ser encontradas lá, como infinitas variedades de temperos e especiarias a granel. É o único lugar onde é possível encontrar frutas fora de época.
Amazonas
Teatro Municipal
A história do Teatro Amazonas inicia-se em 1881, quando o Deputado A. J. Fernandes Júnior apresentou o projeto para a construção de um teatro em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas e começaram as discussões a respeito da construção do prédio. Manaus, que vivia o auge do Ciclo da Borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. Destacam-se os ornamentos sobre as colunas do pavimento térreo, com máscaras em homenagem a dramaturgos e compositores clássicos famosos, como Ésquilo, Aristóphane, Moliére, Carlos Gomes, Rossini, Mozart, Verdi, Chopin e outros. Sobre o teto abobadado estão afixadas quatro telas pintadas em Paris pela Casa Carpezot - a mais tradicional da época -, onde são retratadas alegorias à música, dança, tragédia e uma homenagem ao grande compositor brasileiro Carlos Gomes. Do centro, pende um lustre dourado com cristais, importado de Veneza, que desce até o nível das cadeiras para a realização de sua manutenção e limpeza. Destaca-se ainda na sala de espetáculos a pintura do pano de boca do palco, de autoria de Crispim do Amaral, que faz referência ao encontro das águas dos Rios Negro e Solimões. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, portanto, era uma exigência da época. O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Architetura de Lisboa, em 1883. No entanto, em meio às discussões a respeito do local para a edificação e os custos da obra, a pedra fundamental só foi lançada em 1884. As obras transcorreram de forma lenta e somente no governo de Eduardo Ribeiro, no apogeu do Ciclo da Borracha, a construção tomou impulso. Foram trazidos arquitetos, construtores, pintores e escultores da Europa para a realização da obra. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. O teatro possui toda uma diversidade de ambientes concebidos com diferentes materiais, daí ser considerado um espaço sobremaneira eclético. É sem dúvida o mais importante prédio da cidade, não somente pelo seu inestimável valor arquitetônico, mas principalmente pela sua importância histórica, uma prova viva da prosperidade e riqueza vividos na fase áurea da borracha. Hoje, o Teatro Amazonas volta à cena cultural e promove apresentações com as recém-criadas Companhia de Dança, Coral e Orquestra Filarmônica do Amazonas. O teatro é referência para espetáculos regionais, nacionais e internacionais. A sala de espetáculos do teatro tem capacidade para 685 pessoas, distribuídas entre a platéia e os três andares de camarotes. No Salão Nobre, com características barrocas, destaca-se a pintura do teto, denominada "A Glorificação das Bellas Artes na Amazônia", de 1899, de autoria de Domenico de Angelis.
Acre
Lagoa do Amapá
O lago tem a forma de um “U”, é localizado à margem esquerda, a sudeste do Rio Acre. É um excelente lugar para prática de esportes náuticos e pesca.
Roraima
Centro de Turismo Vela Sadú Coutinho
Possui um amplo espaço onde são realizados shows e eventos, tendo capacidade para 8 mil pessoas, além de contar uma infra-estrutura excelente e um núcleo permanente de exposições artísticas.
Rondônia
Real Forte do príncipe da Beira
Sua construção teve início no dia 2 de junho de 1776 pelo engenheiro Domingos Samboceti, que veio a falecer durante a obra, teve sua conclusão em 20 de agosto de 1783. O Forte é localizado a margem direita do rio Guaporé, fronteira entre o Brasil e a Bolívia.
Bahia
Igreja do Nosso Senhor do Bonfim
É a igreja mais popular da Bahia, onde é realizada a famosa lavagem anual das escadarias, a lavagem do Bonfim. A igreja é o local de devoção mais frequentado em Salvador e na Bahia. Também conhecidas são as pulseirinhas com votos da igreja, conhecidas em todo o Brasil e podem ser encontradas nas suas imediações.
Minas Gerais
Igreja Nossa Senhora do Pilar
Inaugurada em 1733, o interior da igreja é todo trabalhado em ouro, além disso, em seu subsolo existem peças raras e valiosas da prataria portuguesa.
Espírito Santo
Praia da Castanheira
Possui águas claras e calmas, tem uma paisagem belíssima, excelente para a prática de mergulho e banho, oferece toda comodidade ao visitante.
Sergipe
Orla de Atalaia
Com 6 km de extensão, é estruturada para o lazer. Sua infra-estrutura bem preparada é feita com quadras de esportes, iluminação para banhos noturnos e um complexo de bares e restaurantes com vista para o mar.
Rio Grande do Norte
Maior cajueiro do mundo
Para quem vai para Pirangi (litoral sul), não pode deixar de visitar O Maior Cajueiro do Mundo, segundo o Guiness Book (Livro dos Recordes).A árvore, que tem mais de 100 anos e ocupa uma área de 8400m2, ainda está em crescimento! A explicação para esse crescimento horizontal exagerado é simples: uma anomalia genética. O cajueiro já esteve ameaçado de destruição, mas agora é mais um dos vários pontos turísticos do litoral sul.O acesso se dá pela RN-063 (Rota do Sol), localizado junto à estrada, distante apenas 28 km de Natal. Vale a pena visitar!
Localização e contatoPraia de Pirangi (Grande Natal)Parnamirim / RN
Corcovado
Localizada no topo de uma montanha, a 710 metros de altura, a estátua do Cristo Redentor, no Corcovado, é, com certeza, um dos monumentos mais admirados e visitados da cidade. Um passeio que se inicia no bairro do Cosme Velho, a bordo de um simpático trenzinho que, até chegar ao Cristo, percorre cenários de rara beleza e forte encantamento visual. Já lá em cima, o que se vê é puro êxtase: Copacabana, Ipanema, Leblon, Jardim Botânico, o Jockey, a Lagoa, enfim, um Rio de Janeiro deslumbrante durante o dia, iluminado e mágico quando chega a noite.Sempre sob a proteção do Cristo que, do alto do Corcovado, abraça e abençoa todos aqueles que a cidade acolhe.
Pão de Açúcar
Com sua altura significativa e plástica incomum, o Pão de Açúcar divide com o Corcovado o título de ponto de atração turística de onde se tem as mais belas vistas do Rio.Conhecido cartão-postal da cidade, ele é alcançado via teleférico, primeiro até o Morro da Urca, onde os visitantes embarcam em um segundo bondinho, que os levará até o destino final.Do Pão de Açúcar podem ser apreciadas diversas praias do Rio e de Niterói, além de uma densa vegetação de Mata Atlântica e algumas edificações históricas como o Forte de Santa Cruz e a Ilha Fiscal.
Igreja de Nossa Senhora da Candelária
Localizada bem no burburinho do centro financeiro da cidade, numa área rica em espaços culturais, a Igreja da Candelária impressiona por sua imponência.Construída no século XVIII, tem planta em cruz latina, revestimento interior em mármore, fachada em cantaria, portas trabalhadas em bronze e no interior toda a sua história está pintada em murais. É uma das mais belas igrejas de todo o Rio de Janeiro.
Copacabana Palace
Um dos primeiros hotéis da cidade a ser construído à beira-mar, o Copacabana Palace reflete fielmente a influência cultural européia de sua época, com um estilo requintado de hospedagem.Inaugurado em 1923, o hotel acabou se tornando um símbolo do Rio, sendo o preferido de artistas, políticos, executivos e personalidades internacionais. Tombado pelo Patrimônio Histórico, o Copacabana Palace possui em seu currículo fatos da maior relevância, como, por exemplo, ter servido de cenário para o filme “Flying Down To Rio”, onde pela primeira vez Fred Astaire e Ginger Rogers dançaram juntos.
Jardim Botânico
Cada um dos 141 hectares do Jardim Botânico do Rio abriga alguns dos principais exemplares da flora brasileira e mundial.As Palmeiras Imperiais, principais atrações do Jardim, foram semeadas pelo Príncipe-Regente D. João VI, em 1809.Árvores seculares misturam-se a orquídeas, vitórias-régias, bromélias, flamboyants e uma vasta folhagem tropical, que fazem do Jardim Botânico o lugar preferido dos estudiosos, dos amantes da natureza, dos namorados e de todos aqueles que procuram tranqüilidade e paz.
Arcos da lapa
Localizados no Largo da Lapa, bairro que já serviu de referência para o que de mais importante aconteceu na vida noturna do Rio.Os Arcos da Lapa entraram para a história como a obra mais monumental empreendida no Rio nos tempos coloniais.Construídos para funcionar como aquedutos, hoje os Arcos servem de viaduto para uma outra grande atração: os bondinhos que ligam a Estação da Carioca ao aprazível bairro de Santa Teresa.
Museu Histórico
Num belo conjunto arquitetônico, foi criado em 1922, no Governo de Epitácio Pessoa, esse museu que possui um acervo de valor inestimável.
O Museu Histórico Nacional ocupa uma área de 18.000m2, e está instalado em três prédios distintos, de diferentes épocas: a Casa do Trem, de 1762, o Arsenal Real, de 1822 e o Anexo para os quartéis, de 1835.O lugar, outrora à beira-mar, foi planejado como ponto estratégico de defesa para a cidade.
Maracanã
Inaugurado em junho de 1950, o maior estádio de futebol do mundo mantém, ao longo do tempo, todo o glamour que o transformou em cartão-postal e ponto obrigatório para quem visita a nossa cidade.Palco de momentos memoráveis, como o milésimo gol de Pelé, os mega-shows de Frank Sinatra e de Paul MacCartney - cuja presença de público, superior a 180 mil pessoas, está registrada no Guiness Book -, o recente e não menos prestigiado Encontro com as Famílias, realizado durante a última visita do Papa João Paulo II.O estádio impressiona pela imponência, estilo e beleza. Um verdadeiro monumento ao esporte, que pode ser visitado quase todos os dias e em diversos horários.
Recife(Pernambuco)
Praia de Boa Viagem
Famosa por seus arrecifes e suas piscinas naturais.
Veneza Brasileira
Entrecortada por pontes e rios, Recife é também conhecida como a Veneza Brasileira.
Recife Antigo
Um dos ponto mais atrativos da cidade. O requinte do passado, e opções de lazer diversas.
Olinda
Situada há cerca de 20 minutos de carro de Recife, Olinda, Patrimônio Histórico da Humanidade, é pura história e encantos!
Pará
Catedral de Belém
No largo da Sé, em frente a igreja de Santo Alexandre, está a catedral de Belém, a igreja de Nossa Senhora da Graça, majestoso templo cuja fachada é encimada pela graciosa imagem da santa que lhe empresta o nome. A atual construção situa-se no local da segunda igreja de Belém, já que a primeira funcionou no interior do Forte do Castelo nos primeiros tempos da cidade. Teve sua construção iniciada em 1748, e sua inauguração se deu em 1774. A obra foi inicialmente dirigida pelo mestre pedreiro Manoel João da Maia, sendo finalizada com a chegada do arquiteto italiano Antônio José Landi em 1753 e, após prestar serviços no interior da Amazônia, passou a dirigir a obra da Sé em 1757. A essa época o prédio já estava levantado até a altura do telhado, sendo provável a influência do mestre italiano no acabamento da fachada, que possui um traçado de linhas neoclássicas. Suas duas torres possuem sinos e relógio de pêndulo instalado em 1779.
Basílica de Nazaré
Construída em 1774, como capela, foi a partir de 1908 que começou a construção da Basílica, localizada na Praça Justo Chermont, sn, bairro de Nazaré. O seu interior, todo em mármore, segue o modelo da Basílica de São Paulo, em Roma. Integra o conjunto arquitetônico de Nazaré. Ponto final da Romaria do Círio que se realiza todos os anos, no segundo final de semana de outubro. Aberta os 7 dias da semana das 6:30 às 11:30 horas e das 15:00 às 21:00 horas.
Museu Paraense Emílio Goeldi
Reconhecido mundialmente como um dos mais importantes institutos de investigação cientifica da Amazônia. Dedicado ao estudo da flora, da fauna e do homem amazônico e do seu ambiente físico, possui um parque zoobotânico com mais de 1.500 espécie amazônicas, 1.500 amostras de plantas, 1.600 exemplares de frutos, 700 espécie de madeiras, um aquário com espécies raras dos rios amazônicos e ainda uma exposição permanente com objectos etnográficos de vários povos indígenas da Amazônia.
Estação da Docas
Espaço revitalizado do antigo galpão Mosqueiro- Soure e dos galpoes 1, 2, 3 e 4 da companhia das docas do Pará. Já se concentram hoje lojas, cervejaria, restaurantes, lanchonetes, espaços para shows, anfiteatro, teatro ( Maria Silvia Nunes) e o porto para passeios turisticos na baia do guajará.
Ver-o-peso
Sua origem data do século XVII e seu nome deriva da existência à época, de Posto Fiscal, a Casa do Haver-o-Peso, onde eram pagos os impostos a que estavam sujeitos o gêneros trazidos para a sede da Província. Símbolo cultural e turístico da cidade de Belém,é um conjunto de doca, feira e mercados, É lá que se encontra um "janelão" escancarado para a baía do Guajará, um espaço aberto onde se pode desfrutar da beleza e amenidades do lugar.
Parque da Residência
Antiga casa do Governador do Estado, hoje abriga um dos mais novo espaço de lazer da cidade, possui uma excelente infraestrutura para receber os visitantes, com praças, restaurante, teatro, anfiteatro, galeria de arte, um orquidário e o antigo vagão de trem do governador que foi transformada em uma sorveteria regional.
Forte do castelo
Berço da vida política, econômica e social de Belém. Local onde pela primeira vez, a 12 de janeiro de 1616 desembarcaram os portugueses sobre o comando de Francisco Caldeira Castelo Branco, com finalidade de conquistar terras amazônicas da avidez dos corsários europeus (ingleses, franceses, holandeses, irlandeses) que ameaçavam o domínio lusitano. Erguido na Baía do Guajará, também serviu de abrigo para os cabanos durante o Movimento Nativista Revolucionário da Cabanagem. Hoje funciona a sede do Círculo Militar de Belém, E possui um restaurante. Sua localização é super privilegiada proporciona uma vista panorâmica de toda a baia do Guajará, do porto e do mercado do Ver-o-Peso.
Polo Joalheiro
Espaço revitalizado do antigo presidio de São José, com destaque para o museu de pedras preciosas do Pará.
Alter do Chão
A vila de Alter-do-Chão fica a 30 km de Santarém. Representa o mais famoso balneário do município. É a mais procurada da região e parada obrigatória na rota de cruzeiros estrangeiros. Banhada pelo Tapajós, sua praia é temporária, dependendo da cheia do rio. Uma das curiosidades do lugar é o lago verde, cujas águas mudam de cor durante o dia, de azul para verde. Anualmente, em setembro, acontece a Festa do Çairé, uma manifestação folclórica e religiosa que dura 8 dias. São dezenas de apresentações de dança e música de nomes esquisitos: camelu, desfeiteira, lundu, valsa da ponta do lenço, marambiré, quadrilha, cruzador tupi, macucauá, cecuiara e muitas outras.Alter-do-Chão é uma aldeia de pescadores a 35 Km de Santarém, onde acontece a tradicional festa do Çairé. Areia fina e águas claras compõem uma paisagem belíssima. Quando as águas baixam surge uma faixa de terra no rio, formando uma barra, que os santarenos chamam de ilha. Nesta "ilha" montam-se vários bares para servir os turistas, que atravessam o rio por meio de pequenas canoas, conhecidas por catraias. O nascer e o pôr-do-sol são magníficos espetáculos da natureza em Alter-do-Chão.
Salinas
Em Salinópolis, o clima agradável, a beleza natural e um charme especial fazem de Salinas, como é conhecido, um dos mais concorridos balneários do Pará. É banhada pelo Oceano Atlântico, fazendo fronteira com os municípios de São João de Pirabas e Maracanã. Situa-se a 220 km de Belém.
Ilha do Marajó
Na foz do Rio Amazonas encontramos o maior arquipélago flúvio-marítimo do mundo. Com quase 50 mil quilômetros quadrados, o Marajó abriga 12 municípios e é maior que vários países europeus. É um dos mais importantes santuários ecológicos do planeta e um pólo turístico de alternativas inesgotáveis. A exuberância da paisagem é formada por florestas, campinas, gramados, praias de rio, lagos de todos os tamanhos, furos e igarapés. Pássaros raros como o guará, jacarés, peixes e muitos outros compõem a fauna marajoara, formando um espetáculo de sons e cores imperdíveis. A principal atividade econômica do Marajó é a criação de búfalos. Mas o artesanato também merece destaque. A preocupação com a preservação da cultura marajoara é flagrante na reprodução de peças de excepcional beleza. A culinária também é um ponto forte, especialmente por causa da variedade de peixes deliciosos. Quando se vem ao Pará é impossível resistir a um passeio pelo Arquipélago do Marajó. Na foz do Rio Amazonas encontramos o maior arquipélago flúvio-marítimo do mundo. Com quase 50 mil quilômetros quadrados, o Marajó abriga 12 municípios e é maior que vários países europeus.
São Paulo
Palácio dos bandeirantes
A sede do Governo Paulista, o Palácio dos Bandeirantes, foi construída para abrigar a Universidade "Fundação Conde Francisco Matarazzo". A construção do prédio começou em 1955, mas problemas financeiros impossibilitaram a continuação da obra. Diversas tentativas, embora sem sucesso, foram feitas para que fundações como "Getúlio Vargas" e "São Paulo" assumissem a sua direção. Em vista disso, foram iniciadas negociações com o Governo do Estado de São Paulo. Em 19 de abril de 1964, a sede do governo estadual passou do Palácio dos Campos Elíseos para o novo prédio no bairro do Morumbi. A denominação "Bandeirantes" é uma homenagem aos pioneiros que expandiram as fronteiras brasileiras. Poucas pessoas sabem, mas o Palácio dos Bandeirantes possui um rico acervo artístico. São aproximadamente 1.680 obras. Quadros de pintores neoclássicos, como Almeida Jr., Oscar Pereira da Silva, Pedro Américo, entre outros, podem ser apreciados nas paredes do Palácio. Outras curiosidades, como o Salão dos Pratos, Salão Barroco e a Galeria dos Governadores, podem ser visitadas pelo público com horário marcado.
Mercado Municipal
Abre às 2h30 para feirantes e às 5 horas para o público em geral. Funciona de segunda a sábado até as 16 horas. Fechado aos domingos. Tem estacionamento.
O Mercado Municipal Paulistano (antigo Mercado Central) foi inaugurado em 1933. Possui mais de 10 m de pé direito, colunas, abóbodas e vitrais importados da Alemanha com temas agrícolas e agropecuários. É um importante centro de abastecimento e lazer, com grande variedade de produtos, desde hortifrutigranjeiros até algumas especiarias, que só podem mesmo ser encontradas lá, como infinitas variedades de temperos e especiarias a granel. É o único lugar onde é possível encontrar frutas fora de época.
Amazonas
Teatro Municipal
A história do Teatro Amazonas inicia-se em 1881, quando o Deputado A. J. Fernandes Júnior apresentou o projeto para a construção de um teatro em alvenaria, na cidade de Manaus. A proposta foi aprovada pela Assembléia Provincial do Amazonas e começaram as discussões a respeito da construção do prédio. Manaus, que vivia o auge do Ciclo da Borracha, era uma das mais prósperas cidades do mundo, embalada pela riqueza advinda do látex da seringueira, produto altamente valorizado pelas indústrias européias e americanas. Destacam-se os ornamentos sobre as colunas do pavimento térreo, com máscaras em homenagem a dramaturgos e compositores clássicos famosos, como Ésquilo, Aristóphane, Moliére, Carlos Gomes, Rossini, Mozart, Verdi, Chopin e outros. Sobre o teto abobadado estão afixadas quatro telas pintadas em Paris pela Casa Carpezot - a mais tradicional da época -, onde são retratadas alegorias à música, dança, tragédia e uma homenagem ao grande compositor brasileiro Carlos Gomes. Do centro, pende um lustre dourado com cristais, importado de Veneza, que desce até o nível das cadeiras para a realização de sua manutenção e limpeza. Destaca-se ainda na sala de espetáculos a pintura do pano de boca do palco, de autoria de Crispim do Amaral, que faz referência ao encontro das águas dos Rios Negro e Solimões. A cidade necessitava de um lugar onde pudessem se apresentar as companhias de espetáculos estrangeiras e a construção do teatro, portanto, era uma exigência da época. O projeto arquitetônico escolhido foi o de autoria do Gabinete Português de Engenharia e Architetura de Lisboa, em 1883. No entanto, em meio às discussões a respeito do local para a edificação e os custos da obra, a pedra fundamental só foi lançada em 1884. As obras transcorreram de forma lenta e somente no governo de Eduardo Ribeiro, no apogeu do Ciclo da Borracha, a construção tomou impulso. Foram trazidos arquitetos, construtores, pintores e escultores da Europa para a realização da obra. A decoração interna ficou ao encargo de Crispim do Amaral, com exceção do Salão Nobre, área mais luxuosa do prédio, entregue ao artista italiano Domenico de Angelis. O teatro possui toda uma diversidade de ambientes concebidos com diferentes materiais, daí ser considerado um espaço sobremaneira eclético. É sem dúvida o mais importante prédio da cidade, não somente pelo seu inestimável valor arquitetônico, mas principalmente pela sua importância histórica, uma prova viva da prosperidade e riqueza vividos na fase áurea da borracha. Hoje, o Teatro Amazonas volta à cena cultural e promove apresentações com as recém-criadas Companhia de Dança, Coral e Orquestra Filarmônica do Amazonas. O teatro é referência para espetáculos regionais, nacionais e internacionais. A sala de espetáculos do teatro tem capacidade para 685 pessoas, distribuídas entre a platéia e os três andares de camarotes. No Salão Nobre, com características barrocas, destaca-se a pintura do teto, denominada "A Glorificação das Bellas Artes na Amazônia", de 1899, de autoria de Domenico de Angelis.
Acre
Lagoa do Amapá
O lago tem a forma de um “U”, é localizado à margem esquerda, a sudeste do Rio Acre. É um excelente lugar para prática de esportes náuticos e pesca.
Roraima
Centro de Turismo Vela Sadú Coutinho
Possui um amplo espaço onde são realizados shows e eventos, tendo capacidade para 8 mil pessoas, além de contar uma infra-estrutura excelente e um núcleo permanente de exposições artísticas.
Rondônia
Real Forte do príncipe da Beira
Sua construção teve início no dia 2 de junho de 1776 pelo engenheiro Domingos Samboceti, que veio a falecer durante a obra, teve sua conclusão em 20 de agosto de 1783. O Forte é localizado a margem direita do rio Guaporé, fronteira entre o Brasil e a Bolívia.
Bahia
Igreja do Nosso Senhor do Bonfim
É a igreja mais popular da Bahia, onde é realizada a famosa lavagem anual das escadarias, a lavagem do Bonfim. A igreja é o local de devoção mais frequentado em Salvador e na Bahia. Também conhecidas são as pulseirinhas com votos da igreja, conhecidas em todo o Brasil e podem ser encontradas nas suas imediações.
Minas Gerais
Igreja Nossa Senhora do Pilar
Inaugurada em 1733, o interior da igreja é todo trabalhado em ouro, além disso, em seu subsolo existem peças raras e valiosas da prataria portuguesa.
Espírito Santo
Praia da Castanheira
Possui águas claras e calmas, tem uma paisagem belíssima, excelente para a prática de mergulho e banho, oferece toda comodidade ao visitante.
Sergipe
Orla de Atalaia
Com 6 km de extensão, é estruturada para o lazer. Sua infra-estrutura bem preparada é feita com quadras de esportes, iluminação para banhos noturnos e um complexo de bares e restaurantes com vista para o mar.
Rio Grande do Norte
Maior cajueiro do mundo
Para quem vai para Pirangi (litoral sul), não pode deixar de visitar O Maior Cajueiro do Mundo, segundo o Guiness Book (Livro dos Recordes).A árvore, que tem mais de 100 anos e ocupa uma área de 8400m2, ainda está em crescimento! A explicação para esse crescimento horizontal exagerado é simples: uma anomalia genética. O cajueiro já esteve ameaçado de destruição, mas agora é mais um dos vários pontos turísticos do litoral sul.O acesso se dá pela RN-063 (Rota do Sol), localizado junto à estrada, distante apenas 28 km de Natal. Vale a pena visitar!
Localização e contatoPraia de Pirangi (Grande Natal)Parnamirim / RN
Economia do Brasil
Economia
O Brasil tem um mercado livre e uma economia exportadora. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto ultrapassa 1,5 trilhão de dólares, fazendo-lhe a oitava maior economia do mundo em 2006, segundo o FMI, e décima maior economia segundo o Banco Mundial em 2005, e a terceira maior das Américas .
Já em 2006, com o PIB tendo sido elevado para, aproximadamente, US$ 1,881 trilhão (segundo FMI), o Brasil passou a ocupar a posição de 8ª maior economia mundial, imediatamente atrás de Rússia e Itália. Entretanto, em poucos anos, o Brasil poderá chegar também à 4ª posição.
O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo moderado. Em 2007, o PIB brasileiro demonstrou um crescimento superior ao que se pensava, mostrando uma economia muito mais saudável e pronta para estrelar junto às outras economias BRICs. O Brasil é considerado uma das futuras potências do mundo junto à Rússia, Índia e China.
Desde a crise em 2002 os fundamentos macro-econômicos do país melhoraram. O real vem se valorizando fortemente frente ao dólar desde 2004 , o rico país também vem renovando suas mínimas históricas desde o começo de 2007, e a Bovespa bate recordes de pontos a cada dia. Apesar de sua estabilidade macro-econômica que reduziu as taxas de inflação e de juros e aumentou a renda per capita, diferenças remanescem ainda entre a população urbana e rural, os estados do norte e do sul, os pobres e os ricos. Alguns dos desafios dos governos incluem a necessidade de promover melhor infra-estrutura, modernizar o sistema de impostos, as leis de trabalho e reduzir a desigualdade de renda.
A economia contém uma indústria e agricultura mista, que são cada vez mais dominadas pelo setor de serviços. As recentes administrações expandiram a competição em portos marítimos, estradas de ferro, em telecomunicações, em geração de eletricidade, em distribuição do gás natural e em aeroportos (embora a crise área tenha atormentado o país) com o alvo de promover o melhoramento da infra-estrutura. O Brasil começou à voltar-se para as exportações em 2004, e mesmo com um real valorizado atingiu em 2007 exportações de US$ 160,649 bilhões (+16,6%), importações de US$ 120,610 bilhões (+32%) e um saldo comercial de US$ 40,039 bilhões.
O Brasil tem um mercado livre e uma economia exportadora. Medido por paridade de poder de compra, seu produto interno bruto ultrapassa 1,5 trilhão de dólares, fazendo-lhe a oitava maior economia do mundo em 2006, segundo o FMI, e décima maior economia segundo o Banco Mundial em 2005, e a terceira maior das Américas .
Já em 2006, com o PIB tendo sido elevado para, aproximadamente, US$ 1,881 trilhão (segundo FMI), o Brasil passou a ocupar a posição de 8ª maior economia mundial, imediatamente atrás de Rússia e Itália. Entretanto, em poucos anos, o Brasil poderá chegar também à 4ª posição.
O Brasil possui uma economia sólida, construída nos últimos anos, após a crise de confiança que o país sofreu em 2002, a inflação é controlada, as exportações sobem e a economia cresce em ritmo moderado. Em 2007, o PIB brasileiro demonstrou um crescimento superior ao que se pensava, mostrando uma economia muito mais saudável e pronta para estrelar junto às outras economias BRICs. O Brasil é considerado uma das futuras potências do mundo junto à Rússia, Índia e China.
Desde a crise em 2002 os fundamentos macro-econômicos do país melhoraram. O real vem se valorizando fortemente frente ao dólar desde 2004 , o rico país também vem renovando suas mínimas históricas desde o começo de 2007, e a Bovespa bate recordes de pontos a cada dia. Apesar de sua estabilidade macro-econômica que reduziu as taxas de inflação e de juros e aumentou a renda per capita, diferenças remanescem ainda entre a população urbana e rural, os estados do norte e do sul, os pobres e os ricos. Alguns dos desafios dos governos incluem a necessidade de promover melhor infra-estrutura, modernizar o sistema de impostos, as leis de trabalho e reduzir a desigualdade de renda.
A economia contém uma indústria e agricultura mista, que são cada vez mais dominadas pelo setor de serviços. As recentes administrações expandiram a competição em portos marítimos, estradas de ferro, em telecomunicações, em geração de eletricidade, em distribuição do gás natural e em aeroportos (embora a crise área tenha atormentado o país) com o alvo de promover o melhoramento da infra-estrutura. O Brasil começou à voltar-se para as exportações em 2004, e mesmo com um real valorizado atingiu em 2007 exportações de US$ 160,649 bilhões (+16,6%), importações de US$ 120,610 bilhões (+32%) e um saldo comercial de US$ 40,039 bilhões.
Vegetação
Vegetação
Tipos de vegetação, vegetação do Brasil, da Europa, desértica, mediterrânea, os oásis, florestas tropicais, equatoriais, Floresta Amazônica, savanas ou cerrados, campos ou pradarias, tundra, coníferas.
Em nosso planeta possuímos diferentes tipos de vegetações, sendo que estas podem variar de acordo com a região em que se encontram. Fatores como altitude, latitude, pressão atmosférica, iluminação e forma de atuação das massas de ar são fundamentais para sabermos qual a espécie de vegetação que se encontram em cada parte do planeta Terra.
Em regiões de baixa latitude encontram-se as florestas equatoriais. Entre elas, a floresta amazônica, que está localizada no Brasil; há ainda outras florestas pertencentes a este tipo de região; contudo, estão situadas na parte centro-ocidental da África e também no sudeste Asiático. Este tipo de vegetação desenvolve-se em lugares quentes e úmidos e possui uma grande variedade de espécies. Suas principais características são as folhas grandes e com um tom de verde bem definido. Um outro detalhe importante, é que elas se alimentam de si mesmas, por isso, são chamadas de autofágicas.
Na faixa intertropical litorânea estão às florestas tropicais. Se compararmos este tipo de floresta com a equatorial, certamente teremos um número bem menor de variedades de espécies vegetais e também tipos de vidas que não existem em outros locais.
No centro-oeste brasileiro, em grande parte do centro da África , no litoral da Índia e no norte da Austrália estão localizadas as savanas ou cerrados. Este tipo de flora é composto por plantas rasteiras e por árvores pequenas que perdem suas folhas no período da seca, fato que impede o ressecamento do solo.
Na região de clima temperado continental (norte dos EUA, sul do Canadá, centro-sul da Rússia, norte da China, norte da Argentina e do Uruguai) encontram-se os campos ou pradarias. Esta vegetação nasce onde há pouca umidade para o crescimento de árvores, havendo somente um tapete herbáceo conhecido como gramíneas. Na Argentina temos os pampas, nos EUA e no Canadá temos as pradarias e na Rússia as estepes; contudo, apesar das diferentes denominações, a espécie é a mesma.
Até nas áreas que não existem nenhum tipo de vegetação fixa, como no caso dos desertos, surgem ervas rasteiras em alguns locais após as chuvas. Em alguns lugares, caso haja algum lençol subterrâneo com água, existe a possibilidade do surgimento de oásis com palmeiras.
Temos ainda, as florestas temperadas, que estão localizadas no Canadá, região do hemisfério Norte, nos Estados Unidos e norte da Europa. As florestas de coníferas, típicas de regiões subpolares como o norte do Canadá, da Europa e Rússia. E a tundra, vegetação que surge em solos gelados como musgos e liquens.
Tipos de vegetação, vegetação do Brasil, da Europa, desértica, mediterrânea, os oásis, florestas tropicais, equatoriais, Floresta Amazônica, savanas ou cerrados, campos ou pradarias, tundra, coníferas.
Em nosso planeta possuímos diferentes tipos de vegetações, sendo que estas podem variar de acordo com a região em que se encontram. Fatores como altitude, latitude, pressão atmosférica, iluminação e forma de atuação das massas de ar são fundamentais para sabermos qual a espécie de vegetação que se encontram em cada parte do planeta Terra.
Em regiões de baixa latitude encontram-se as florestas equatoriais. Entre elas, a floresta amazônica, que está localizada no Brasil; há ainda outras florestas pertencentes a este tipo de região; contudo, estão situadas na parte centro-ocidental da África e também no sudeste Asiático. Este tipo de vegetação desenvolve-se em lugares quentes e úmidos e possui uma grande variedade de espécies. Suas principais características são as folhas grandes e com um tom de verde bem definido. Um outro detalhe importante, é que elas se alimentam de si mesmas, por isso, são chamadas de autofágicas.
Na faixa intertropical litorânea estão às florestas tropicais. Se compararmos este tipo de floresta com a equatorial, certamente teremos um número bem menor de variedades de espécies vegetais e também tipos de vidas que não existem em outros locais.
No centro-oeste brasileiro, em grande parte do centro da África , no litoral da Índia e no norte da Austrália estão localizadas as savanas ou cerrados. Este tipo de flora é composto por plantas rasteiras e por árvores pequenas que perdem suas folhas no período da seca, fato que impede o ressecamento do solo.
Na região de clima temperado continental (norte dos EUA, sul do Canadá, centro-sul da Rússia, norte da China, norte da Argentina e do Uruguai) encontram-se os campos ou pradarias. Esta vegetação nasce onde há pouca umidade para o crescimento de árvores, havendo somente um tapete herbáceo conhecido como gramíneas. Na Argentina temos os pampas, nos EUA e no Canadá temos as pradarias e na Rússia as estepes; contudo, apesar das diferentes denominações, a espécie é a mesma.
Até nas áreas que não existem nenhum tipo de vegetação fixa, como no caso dos desertos, surgem ervas rasteiras em alguns locais após as chuvas. Em alguns lugares, caso haja algum lençol subterrâneo com água, existe a possibilidade do surgimento de oásis com palmeiras.
Temos ainda, as florestas temperadas, que estão localizadas no Canadá, região do hemisfério Norte, nos Estados Unidos e norte da Europa. As florestas de coníferas, típicas de regiões subpolares como o norte do Canadá, da Europa e Rússia. E a tundra, vegetação que surge em solos gelados como musgos e liquens.
Climas do Brasil
Climas
Equatorial, tropical , tropical de altitude , tropical atlântico ou tropical úmido, subtropical e semi-árido, informações sobre os diferentes tipos de climas, geografia do Brasil
Entendendo o clima
O extenso território brasileiro, a diversidade de formas de relevo, a altitude e dinâmica das correntes e massas de ar, possibilitam uma grande diversidade de climas no Brasil. Atravessado na região norte pela Linha do Equador e ao sul pelo Trópico de Capricórnio, o Brasil está situado, na maior parte do território, nas zonas de latitudes baixas -chamadas de zona intertropical- nas quais prevalecem os climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20°C.
A amplitude térmica - diferenças entre as temperaturas mínimas e máximas no decorrer do ano - é baixa, em outras palavras: a variação de temperatura no território brasileiro é pequena. alecem os climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20 ºC.
Os tipos de clima do Brasil
Para classificar um clima, devemos considerar a temperatura, a umidade, as massas de ar, a pressão atmosférica, correntes marítimas e ventos, entre muitas outras características. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se a criada pelo estudioso Arthur Strahler, que se baseia na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar.
De acordo com essa classificação, os tipos de clima do Brasil são os seguintes:
Subtropical: presente na região sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por verões quentes e úmidos e invernos frios e secos. Chove muito nos meses de novembro à março. O índice pluviométrico anual é de, aproximadamente, 2000 mm. As temperaturas médias ficam em torno de 20º C. Recebe influência, principalmente no inverno, das massas de ar frias vindas da Antártida.
Semi-árido: presente, principalmente, no sertão nordestino, caracteriza-se pela baixa umidade e pouquíssima quantidade de chuvas. As temperaturas são altas durante quase todo o ano.
Equatorial: encontra-se na região da Amazônia. As temperaturas são elevadas durante quase todo o ano. Chuvas em grande quantidade, com índice pluviométrico acima de 2500 mm anuais.
Tropical: temperaturas elevadas (média anual por volta de 20°C), presença de umidade e índice de chuvas de médio a elevado.
Tropical de altitude: ocorre principalmente nas regiões serranas do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Serra da Mantiqueira. As temperatura médias variam de 15 a 21º C. As chuvas de verão são intensas e no inverno sofre a influência das massas de ar frias vindas pela Oceano Atlântico. Pode apresentar geadas no inverno.
Tropical Atlântico (tropical úmido): presente, principalmente, nas regiões litorâneas do Sudeste, apresenta grande influência da umidade vinda do Oceano Atlântico. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40°C) e amenas no inverno (média de 20º C). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nestas áreas.
Equatorial, tropical , tropical de altitude , tropical atlântico ou tropical úmido, subtropical e semi-árido, informações sobre os diferentes tipos de climas, geografia do Brasil
Entendendo o clima
O extenso território brasileiro, a diversidade de formas de relevo, a altitude e dinâmica das correntes e massas de ar, possibilitam uma grande diversidade de climas no Brasil. Atravessado na região norte pela Linha do Equador e ao sul pelo Trópico de Capricórnio, o Brasil está situado, na maior parte do território, nas zonas de latitudes baixas -chamadas de zona intertropical- nas quais prevalecem os climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20°C.
A amplitude térmica - diferenças entre as temperaturas mínimas e máximas no decorrer do ano - é baixa, em outras palavras: a variação de temperatura no território brasileiro é pequena. alecem os climas quentes e úmidos, com temperaturas médias em torno de 20 ºC.
Os tipos de clima do Brasil
Para classificar um clima, devemos considerar a temperatura, a umidade, as massas de ar, a pressão atmosférica, correntes marítimas e ventos, entre muitas outras características. A classificação mais utilizada para os diferentes tipos de clima do Brasil assemelha-se a criada pelo estudioso Arthur Strahler, que se baseia na origem, natureza e movimentação das correntes e massas de ar.
De acordo com essa classificação, os tipos de clima do Brasil são os seguintes:
Subtropical: presente na região sul dos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Caracteriza-se por verões quentes e úmidos e invernos frios e secos. Chove muito nos meses de novembro à março. O índice pluviométrico anual é de, aproximadamente, 2000 mm. As temperaturas médias ficam em torno de 20º C. Recebe influência, principalmente no inverno, das massas de ar frias vindas da Antártida.
Semi-árido: presente, principalmente, no sertão nordestino, caracteriza-se pela baixa umidade e pouquíssima quantidade de chuvas. As temperaturas são altas durante quase todo o ano.
Equatorial: encontra-se na região da Amazônia. As temperaturas são elevadas durante quase todo o ano. Chuvas em grande quantidade, com índice pluviométrico acima de 2500 mm anuais.
Tropical: temperaturas elevadas (média anual por volta de 20°C), presença de umidade e índice de chuvas de médio a elevado.
Tropical de altitude: ocorre principalmente nas regiões serranas do Espirito Santo, Rio de Janeiro e Serra da Mantiqueira. As temperatura médias variam de 15 a 21º C. As chuvas de verão são intensas e no inverno sofre a influência das massas de ar frias vindas pela Oceano Atlântico. Pode apresentar geadas no inverno.
Tropical Atlântico (tropical úmido): presente, principalmente, nas regiões litorâneas do Sudeste, apresenta grande influência da umidade vinda do Oceano Atlântico. As temperaturas são elevadas no verão (podendo atingir até 40°C) e amenas no inverno (média de 20º C). Em função da umidade trazida pelo oceano, costuma chover muito nestas áreas.
quinta-feira, 13 de março de 2008
Relevo Brasileiro
O território brasileiro pode ser dividido em grandes unidades e classificado a partir de diversos critérios. Uma das primeiras classificações do relevo brasileiro, identificou oito unidades e foi elaborada na década de 1940 pelo geógrafo Aroldo de Azevedo. No ano de 1958, essa classificação tradicional foi substituída pela tipologia do geógrafo Aziz Ab´Sáber, que acrescentou duas novas unidades de relevo.
Uma das classificações mais atuais é do ano de 1995, de autoria do geógrafo e pesquisador Jurandyr Ross, do Departamento de Geografia da USP ( Universidade de São Paulo). Seu estudo fundamenta-se no grande projeto Radambrasil, um levantamento feito entre os anos de 1970 e 1985. O Radambrasil tirou diversas fotos da superfície do território brasileiro, através de um sofisticado radar acoplado em um avião. Jurandyr Ross estabelece 28 unidades de relevo, que podem ser divididas em planaltos, planícies e depressões.
O relevo do Brasil tem formação muito antiga e resulta principalmente de atividades internas do planeta Terra e de vários ciclos climáticos. A erosão, por exemplo, foi provocada pela mudança constante de climas úmido, quente, semi-árido e árido. Outros fenômenos da natureza (ventos e chuvas) também contribuíram no processo de erosão.
O relevo brasileiro apresenta-se em :
Planaltos – superfícies com elevação e aplainadas , marcadas por escarpas onde o processo de desgaste é superior ao de acúmulo de sedimentos.
Planícies – superfícies relativamente planas , onde o processo de deposição de sedimentos é superior ao de desgaste.
Depressão Absoluta - região que fica abaixo do nível do mar.
Depressão Relativa – fica acima do nível do mar . A periférica paulista, por exemplo, é uma depressão relativa.
Montanhas – elevações naturais do relevo, podendo ter várias origens , como falhas ou dobras.
Uma das classificações mais atuais é do ano de 1995, de autoria do geógrafo e pesquisador Jurandyr Ross, do Departamento de Geografia da USP ( Universidade de São Paulo). Seu estudo fundamenta-se no grande projeto Radambrasil, um levantamento feito entre os anos de 1970 e 1985. O Radambrasil tirou diversas fotos da superfície do território brasileiro, através de um sofisticado radar acoplado em um avião. Jurandyr Ross estabelece 28 unidades de relevo, que podem ser divididas em planaltos, planícies e depressões.
O relevo do Brasil tem formação muito antiga e resulta principalmente de atividades internas do planeta Terra e de vários ciclos climáticos. A erosão, por exemplo, foi provocada pela mudança constante de climas úmido, quente, semi-árido e árido. Outros fenômenos da natureza (ventos e chuvas) também contribuíram no processo de erosão.
O relevo brasileiro apresenta-se em :
Planaltos – superfícies com elevação e aplainadas , marcadas por escarpas onde o processo de desgaste é superior ao de acúmulo de sedimentos.
Planícies – superfícies relativamente planas , onde o processo de deposição de sedimentos é superior ao de desgaste.
Depressão Absoluta - região que fica abaixo do nível do mar.
Depressão Relativa – fica acima do nível do mar . A periférica paulista, por exemplo, é uma depressão relativa.
Montanhas – elevações naturais do relevo, podendo ter várias origens , como falhas ou dobras.
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